Blog

  • A eterna busca do ser

    O que tanto buscamos fora de nós? Porque somos infelizes quando temos tudo pra nossa felicidade dentro de nós mesmos? Investimos tanto tempo para conhecer melhor as pessoas que convivemos, mas esquecemos de nos conhecer de verdade. Quem sou eu? O que eu preciso? O que me motiva? São tantas perguntas e todas as respostas estão dentro de nós.

    Escrevo sempre com base em minhas experiências, sucessos e insucessos. Sempre que me encontro no caos, começo a procurar fora de mim as respostas para minha necessidade de plenitude. O que eu tanto anseio que já não tenha dentro de mim? Amor? Paixão? Como eu posso procurar alguém pra amar se eu estou com problemas de amor próprio? Eu gosto de me apaixonar, porque paixão me move a fazer com mais gosto as coisas. Eu me sinto bem quando tenho alguém que me corresponda e que eu possa me dedicar.

    Quem procura acha! Muito buscamos para nossa felicidade, e esquecemos que o que nos faz feliz de verdade nos é dado na hora certa. Seja pela conquista de uma busca nossa, ou simplismente aparecendo em sua vida. Mas quando procuramos insistentemente por algo, que pode não estar na hora certa de aparecer, as vezes, acabamos encontrando. Quem sabe dá certo, quem sabe não, mas o ponto é que você precisa estar bem consigo mesmo pra conseguir viver algo equilibrado. Não adianta ficar desesperado, descontrolado e ansioso por algo que você não está pronto pra viver agora. Então acalme-se um pouco. Dê tempo ao tempo. Se você não encontra algo que tanto busca, ou encontrou, mas não é viável, talvez seja um sinal de que você está “passando o carro na frente dos bois”.

    Não estou dizendo que devemos esperar as coisas caírem do céu. Que devemos deixar nossas ambições de lado, ou que não nos entreguemos de cabeça a algo que realmente é verdadeiro e tem futuro. Mas precisamos ouvir mais aquela voz interior que nos diz exatamente o que precisamos. Precisamos silenciar um pouco nosso caos e tentar ouvir a voz da razão. Se você sente uma necessidade muito grande de algo, vá com calma. Não vá se queimar, nem queime os outros à sua volta.

    Tenha paciência, e observe seu organismo. Qualquer sinal de desequilibrio não é legal, e precisa de atenção. E não é porque seu peito parece vazio ou seu coração sede de paixão, que você realmente precisa de encontrar alguém pra se relacionar. Será que seu coração não precisa de manutenção? Acredito que o meu sim…

    amf – 2005.09.12

    “Nobreza é desistir de sonhos, por mais egoístas que eles sejam.”

    amf – 2005.09.12

  • Amizade x Convivência

    Analisando friamente, por onde passa a linha tênue que difere uma amizade de muito tempo de convivência? Que características de uma pessoa a transformam de um colega em um amigo? Acredito que não seja possível se medir facilmente esse tipo de relacionamente, mas existem coisas que são fundamentais numa amizade. Confiança, respeito e cumplicidade são os pilares básicos. Acrescentando valores e gostos em comum com sentimentos de conforto e segurança quando ao lado da outra pessoa.

    “Amigos são pra sempre!” essa frase diz muita coisa. Eu diria que amigos de verdade não são encontrados e sim re-encontrados. Tem sempre um sentimento de algo que já existia, como se você já conhecesse a pessoa a muito tempo atrás. Os relacionamentos de laços sanguíneos você não escolhe, mas os de laços afetivos sim. É por isso que, muitas vezes, temos mais afinidade com amigos do que com nossos irmãos. A família é pra sempre, mas depois de certa idade nos desligamos do nosso núcleo familiar pra começar a construir bases para formar um novo núcleo. Nessa hora que os amigos verdadeiros continuam conosco. E é muito recompensador quando você encontra um amigo verdadeiro dentro da família, onde vocês dois conseguem transcender os laços sanguíneos e criar laços eternos de uma amizade verdadeira.

    O tempo não interfere numa amizade verdadeira, você pode ficar sem contato direto com um amigo por anos e quando voltam a se ver é como se tivesse passado semanas apenas. Normalmente com os colegas de trabalho, faculdade ou escola que você tinha cumplicidade, confiança e respeito, depois que se separam por conta de alguma mudança, perdem contato. Nesses casos são pessoas que passaram por sua vida, mas que não tiveram ligação muito forte com você. É normal as pessoas confundirem amizade com convivência e se decepcionarem por conta disso.

    E como você descobre um amigo? Normalmente o amigo que te descobre. Essas coisas acontecem quando você menos espera, normalmente você começa a conviver com a pessoa por conta de determinados grupos de afinidade e essa convivência vai se desdobra em algo maior. É muito gostoso você ter um amigo pra conversar, pra trocar experiências, pra te dizer verdades que todo mundo tem medo de falar, pra te apoiar ou reprovar em decisões na sua vida, pra te dar um ombro quando precisa chorar e pra você poder corresponder da mesma forma.

    Hoje em dia eu tenho percebido que as pessoas andam muito fechadas e tem um certo recio de abrir com pessoas novas no grupo, por isso que as pessoas que são mais abertas tem mais facilidade de se relacionar. Elas compartilham suas vivências e os outros se sentem mais confiantes pra fazer o mesmo. “É dando que se recebe.” e assim você pode até não encontrar muitos amigos, mas vai conhecendo pessoas novas e de cada uma você pode tirar algum aprendizado pra sua vida e ensinar um pouquinho também.

    amf – 20050809

  • 8 ou 80

    Não sou morno, ou sou quente ou sou frio. Porque sentimos tanto a falta de algo quando perdemos? Essa falta é diretamente proporcional ao valor que você dava pro que perdeu.

    Existem coisas que fazem parte da nossa vida, que estão tão no nosso dia-a-dia que nem percebemos que elas existem, mas existem coisas que por menor que seja o tempo que elas entraram em contato conosco, elas parecem tão essenciais que pensamos não ser mais capazes de viver sem elas.

    E são exatamente essas coisas que nós mais nos apegamos e damos um valor tão alto quanto nossa própria existência. Será que cavamos nossos sofrimentos? Será verdade que nada é para sempre? São perguntas que podem nos tornar pessoas mornas e fechadas para todas as coisas boas da vida. Você tem medo de sofrer? Até que ponto esse sofrimento é válido?

    No decorrer da vida, vamos aprendendo a nos controlar e manter mais o equilíbrio. Aprendemos a nos entregar a algo na medida certa, sem precisar temer um futuro de sofrimento e saudade. Realmente, nada dura pra sempre. Uma coisa é certa, a morte é o fim de tudo o que conhecemos aqui, pra partirmos pra uma outra realidade, muito maior e mais real do que o que vivemos. E como lidar com isso? Como você cria seu filho sabendo que um dia esses laços serão quebrados de maneira drástica, causando um caos momentaneo, pra no futuro quem sabe se reencontrar.

    Vamos ganhando cicatrizes, principalmente no coração, onde nossos maiores laços afetivos são sedimentados. Essas cicatrizes são como calos, que nos ensinam que as dores da vida são uma realidade e que não temos como fugir delas. Temos de aprender a conviver com isso e tirar lições para não sofrer tanto no futuro.

    A revolta é a pior opção. O medo não é aliado confiável. Fugir não adianta de nada. Levanta a cabeça, respira fundo! Esquece o aperto no peito, o nó na garganta e segue em frente. Talvez o esquecimento seja uma boa opção. O desligamento é fundamental, realmente necessário, porque sem ele a ferida do coração não cicatriza. A cada reencontro, o coração que já estava sossegando, bate mais forte, e os pontos que o tempo deu se desfazem, fazendo correr de novo o sangue. Volta a hemorragia, os sentimentos ficam todos confusos, a vontade de voltar atras é grande.

    Muitas vezes não existe essa possibilidade. Existem separações que não são passíveis de reencontros. Existem separações que o desligamento é imediato, mas esse desligament é meramente físico. Sua cabeça está ligada à outra pessoa. As lembranças continuam vivas na memória. E cada vez que você relembra algo, a hemorragia volta. Encaixotar tudo é mais que necessário. É uma atitude drástica, para uma recuperação garantida. Como já disse, um dia podem voltar a se encontrar novamente sem nenhum ônus para as partes, nesta ou em outra realidade.

    Mas é isso. Somos ainda crianças. Aprendendo a cada passo. Caindo e levantando, chorando e sorrindo. Amando e sofrendo. Não sou morno, ou sou quente ou sou frio. Não existe meio amor, ou você ama ou não ama. Não sei jogar, sou o que digo ser. As vezes não me entendem, ou se sentem ofendidos por mim, mas infelizmente sou assim. Agradeço a todos que tentaram por mim, que acreditaram em mim, e que mesmo não dando certo as vezes, ainda me quere bem e sabem que podem contar comigo sempre.

    amf – 20050731

  • sometimes when your are blue

    Existe opção pra curar a dor do coração?
    Diga que sim ou diga que não
    Você só sabe como dói quando perde alguém

    É um processo lento e doloroso
    Entre altos e baixos você vai tentando se recuperar
    O importante é não jogar tudo pra cima
    Não se desesperar…

    Deita quietinho, espera o tempo passar
    Fecha os olhos e pede que o sono há de curar

    Somos tão pequenos perto das emoções
    Somos fracos e impotentes
    Crianças desesperadas, perdidas, cegas na dor
    Que infeliz é o que sofre sem consolo

    Aperta o peito, remove este peso que te oprime
    Cospe este nó da garganta fora, foge de você mesmo
    Esquece quem um dia foi e que sofrer não é nada mais que saber viver

    amf – 20050727

  • Eu prometo

    Prometo não chorar ao vê-la partir
    Não fraquejar quando a dor surgir
    Cultivar as melhores memórias
    Esquecer que um dia acabou

    Prometo nossa história contar
    Para aos outros alegrar
    Estimular viver as paixões
    Sem medo de entregar seus corações

    Prometo não te esquecer
    Não deixar o medo vencer
    Nunca mentir ou desistir
    E por mais difícil que pareça, sorrir

    Prometo não me fechar
    Não ter medo de amar
    Porque quem nunca se apaixonou
    Não sabe o que realmente é viver

    Eu prometo tentar me recuperar
    Mas isso só o tempo há de cuidar
    Das dores do coração
    E dos temores da razão.

    amf – 20050714

  • “You’ve got to find what you love”, Jobs says

    Este é o texto que Steve Jobs, CEO da Apple e Pixar, falou para uma turma de alunos em Stanford dia 12/06/2005. É um texto muito bom e vale muito a pena ler e pensar na sua vida.

    “You’ve got to find what you love,” Jobs says

    I am honored to be with you today at your commencement from one of the finest universities in the world. I never graduated from college. Truth be told, this is the closest I’ve ever gotten to a college graduation. Today I want to tell you three stories from my life. That’s it. No big deal. Just three stories.

    The first story is about connecting the dots.

    I dropped out of Reed College after the first 6 months, but then stayed around as a drop-in for another 18 months or so before I really quit. So why did I drop out?

    It started before I was born. My biological mother was a young, unwed college graduate student, and she decided to put me up for adoption. She felt very strongly that I should be adopted by college graduates, so everything was all set for me to be adopted at birth by a lawyer and his wife. Except that when I popped out they decided at the last minute that they really wanted a girl. So my parents, who were on a waiting list, got a call in the middle of the night asking: “We have an unexpected baby boy; do you want him?” They said: “Of course.” My biological mother later found out that my mother had never graduated from college and that my father had never graduated from high school. She refused to sign the final adoption papers. She only relented a few months later when my parents promised that I would someday go to college.

    And 17 years later I did go to college. But I naively chose a college that was almost as expensive as Stanford, and all of my working-class parents’ savings were being spent on my college tuition. After six months, I couldn’t see the value in it. I had no idea what I wanted to do with my life and no idea how college was going to help me figure it out. And here I was spending all of the money my parents had saved their entire life. So I decided to drop out and trust that it would all work out OK. It was pretty scary at the time, but looking back it was one of the best decisions I ever made. The minute I dropped out I could stop taking the required classes that didn’t interest me, and begin dropping in on the ones that looked interesting.

    It wasn’t all romantic. I didn’t have a dorm room, so I slept on the floor in friends’ rooms, I returned coke bottles for the 5¢ deposits to buy food with, and I would walk the 7 miles across town every Sunday night to get one good meal a week at the Hare Krishna temple. I loved it. And much of what I stumbled into by following my curiosity and intuition turned out to be priceless later on. Let me give you one example:

    Reed College at that time offered perhaps the best calligraphy instruction in the country. Throughout the campus every poster, every label on every drawer, was beautifully hand calligraphed. Because I had dropped out and didn’t have to take the normal classes, I decided to take a calligraphy class to learn how to do this. I learned about serif and san serif typefaces, about varying the amount of space between different letter combinations, about what makes great typography great. It was beautiful, historical, artistically subtle in a way that science can’t capture, and I found it fascinating.

    None of this had even a hope of any practical application in my life. But ten years later, when we were designing the first Macintosh computer, it all came back to me. And we designed it all into the Mac. It was the first computer with beautiful typography. If I had never dropped in on that single course in college, the Mac would have never had multiple typefaces or proportionally spaced fonts. And since Windows just copied the Mac, its likely that no personal computer would have them. If I had never dropped out, I would have never dropped in on this calligraphy class, and personal computers might not have the wonderful typography that they do. Of course it was impossible to connect the dots looking forward when I was in college. But it was very, very clear looking backwards ten years later.

    Again, you can’t connect the dots looking forward; you can only connect them looking backwards. So you have to trust that the dots will somehow connect in your future. You have to trust in something – your gut, destiny, life, karma, whatever. This approach has never let me down, and it has made all the difference in my life.

    My second story is about love and loss.

    I was lucky – I found what I loved to do early in life. Woz and I started Apple in my parents garage when I was 20. We worked hard, and in 10 years Apple had grown from just the two of us in a garage into a $2 billion company with over 4000 employees. We had just released our finest creation – the Macintosh – a year earlier, and I had just turned 30. And then I got fired. How can you get fired from a company you started? Well, as Apple grew we hired someone who I thought was very talented to run the company with me, and for the first year or so things went well. But then our visions of the future began to diverge and eventually we had a falling out. When we did, our Board of Directors sided with him. So at 30 I was out. And very publicly out. What had been the focus of my entire adult life was gone, and it was devastating.

    I really didn’t know what to do for a few months. I felt that I had let the previous generation of entrepreneurs down – that I had dropped the baton as it was being passed to me. I met with David Packard and Bob Noyce and tried to apologize for screwing up so badly. I was a very public failure, and I even thought about running away from the valley. But something slowly began to dawn on me – I still loved what I did. The turn of events at Apple had not changed that one bit. I had been rejected, but I was still in love. And so I decided to start over.

    I didn’t see it then, but it turned out that getting fired from Apple was the best thing that could have ever happened to me. The heaviness of being successful was replaced by the lightness of being a beginner again, less sure about everything. It freed me to enter one of the most creative periods of my life.

    During the next five years, I started a company named NeXT, another company named Pixar, and fell in love with an amazing woman who would become my wife. Pixar went on to create the worlds first computer animated feature film, Toy Story, and is now the most successful animation studio in the world. In a remarkable turn of events, Apple bought NeXT, I retuned to Apple, and the technology we developed at NeXT is at the heart of Apple’s current renaissance. And Laurene and I have a wonderful family together.

    I’m pretty sure none of this would have happened if I hadn’t been fired from Apple. It was awful tasting medicine, but I guess the patient needed it. Sometimes life hits you in the head with a brick. Don’t lose faith. I’m convinced that the only thing that kept me going was that I loved what I did. You’ve got to find what you love. And that is as true for your work as it is for your lovers. Your work is going to fill a large part of your life, and the only way to be truly satisfied is to do what you believe is great work. And the only way to do great work is to love what you do. If you haven’t found it yet, keep looking. Don’t settle. As with all matters of the heart, you’ll know when you find it. And, like any great relationship, it just gets better and better as the years roll on. So keep looking until you find it. Don’t settle.

    My third story is about death.

    When I was 17, I read a quote that went something like: “If you live each day as if it was your last, someday you’ll most certainly be right.” It made an impression on me, and since then, for the past 33 years, I have looked in the mirror every morning and asked myself: “If today were the last day of my life, would I want to do what I am about to do today?” And whenever the answer has been “No” for too many days in a row, I know I need to change something.

    Remembering that I’ll be dead soon is the most important tool I’ve ever encountered to help me make the big choices in life. Because almost everything – all external expectations, all pride, all fear of embarrassment or failure – these things just fall away in the face of death, leaving only what is truly important. Remembering that you are going to die is the best way I know to avoid the trap of thinking you have something to lose. You are already naked. There is no reason not to follow your heart.

    About a year ago I was diagnosed with cancer. I had a scan at 7:30 in the morning, and it clearly showed a tumor on my pancreas. I didn’t even know what a pancreas was. The doctors told me this was almost certainly a type of cancer that is incurable, and that I should expect to live no longer than three to six months. My doctor advised me to go home and get my affairs in order, which is doctor’s code for prepare to die. It means to try to tell your kids everything you thought you’d have the next 10 years to tell them in just a few months. It means to make sure everything is buttoned up so that it will be as easy as possible for your family. It means to say your goodbyes.

    I lived with that diagnosis all day. Later that evening I had a biopsy, where they stuck an endoscope down my throat, through my stomach and into my intestines, put a needle into my pancreas and got a few cells from the tumor. I was sedated, but my wife, who was there, told me that when they viewed the cells under a microscope the doctors started crying because it turned out to be a very rare form of pancreatic cancer that is curable with surgery. I had the surgery and I’m fine now.

    This was the closest I’ve been to facing death, and I hope its the closest I get for a few more decades. Having lived through it, I can now say this to you with a bit more certainty than when death was a useful but purely intellectual concept:

    No one wants to die. Even people who want to go to heaven don’t want to die to get there. And yet death is the destination we all share. No one has ever escaped it. And that is as it should be, because Death is very likely the single best invention of Life. It is Life’s change agent. It clears out the old to make way for the new. Right now the new is you, but someday not too long from now, you will gradually become the old and be cleared away. Sorry to be so dramatic, but it is quite true.

    Your time is limited, so don’t waste it living someone else’s life. Don’t be trapped by dogma – which is living with the results of other people’s thinking. Don’t let the noise of other’s opinions drown out your own inner voice. And most important, have the courage to follow your heart and intuition. They somehow already know what you truly want to become. Everything else is secondary.

    When I was young, there was an amazing publication called The Whole Earth Catalog, which was one of the bibles of my generation. It was created by a fellow named Stewart Brand not far from here in Menlo Park, and he brought it to life with his poetic touch. This was in the late 1960’s, before personal computers and desktop publishing, so it was all made with typewriters, scissors, and polaroid cameras. It was sort of like Google in paperback form, 35 years before Google came along: it was idealistic, and overflowing with neat tools and great notions.

    Stewart and his team put out several issues of The Whole Earth Catalog, and then when it had run its course, they put out a final issue. It was the mid-1970s, and I was your age. On the back cover of their final issue was a photograph of an early morning country road, the kind you might find yourself hitchhiking on if you were so adventurous. Beneath it were the words: “Stay Hungry. Stay Foolish.” It was their farewell message as they signed off. Stay Hungry. Stay Foolish. And I have always wished that for myself. And now, as you graduate to begin anew, I wish that for you.

    Stay Hungry. Stay Foolish.

    Thank you all very much.

  • única

    no meio de tanta confusão as palavras saem trocadas
    e os sentimentos estão todos desorganizados.
    a única coisa que tenho certeza é que estou confuso
    um pouco perdido, mas não desamparado.

    dizem que o tempo cura tudas as feridas da alma
    mas a ansiedade é carrasca que segue de perto os desavisados.
    volto todas as forças na única fonte de tranquilidade
    e no seu colo deito feito criança de tenra idade.

    como é fácil falar e apontar o dedo
    mas pra viver o que prego acho que ainda não estou totalmente preparado.
    a única coisa que não posso perder agora
    é a cabeça, a calma e a serenidade.

    não desista ainda, cuida de mim
    fique ao meu lado.
    esta é minha única vontade
    meu pedido e meu desejo de verdade.

    amf – 20050609

    Ouvindo: Vaka – Sigur Ros

  • Só o tempo poderá dizer

    Estou perdido
    A toda hora minam lágrimas em meus olhos
    O aperto no meu peito cresce a cada minuto
    Sinto-me incompetente, incapaz

    Só o tempo poderá dizer
    Não há muito mais o que fazer
    Suplico por tranquilidade e serenidade
    Mas clamo por atenção de novo…

    Será que é sempre tudo tão complicado assim?
    Hoje não sinto fome. Só quero sumir
    Não consigo trabalhar, nada sai direito.
    Quero sumir, desaparecer, dormir…

    Mas só o tempo poderá dizer…

    amf – 20050606

  • Home Sweet Home

    Vou começar com algumas fotos da sala e da cozinha. Ainda não tive tempo pra tirar foto de tudo, na verdade é mais preguiça do que falta de tempo mesmo… 😛

    SALA

    Procuramos (eu a e Giovanna – que divide o apê comigo) fazer a decoração com base nos anos 50/60 com alguns toques de coisas atuais. Na sala, as poltronas e a mesa são de 2a mão. Ainda falta o móvel para o computador que estou comprando logo que receber o micro.

    POLTRONAS

    As poltronas foram compradas usadas. Elas estavam bem judiadas, mas depois da reforma ficaram como novas. 😉

    QUADRO

    O quadro é uma madeira com um tecido legal aplicado por cima. Deu vida à sala!

    COZINHA

    Na cozinha só o armário da TokStok é novo (na verdade ele era do mostruário e compramos com desconto eheheheh).

    Ouvindo Creep – Radiohead.

  • fotolog, mudança, carro e vergonha na cara

    Hoje chega boa parte da minha mudança de Brasília. Vem no meu carro que fica aqui comigo também. Meu grande amigo Mauricio está trazendo tudo 🙂 Vou ter que me organizar agora, porque meu quarto está parecendo um acampamento, enquanto ainda não chega meu futon (cochão japonês feito de algodão – www.tsuruya.com.br) e eu não compro umas estantes de aço tipo de escritório pra usar de armário.

    Vou comprar umas pilhas pra tirar umas fotos com a digitosca e coloco aqui logo logo. Acho que até segunda já terei fotos pra cá. Vou começar a usar o flickr mais do que o fotolog. Fotolog tá muito lento e dá muita dor de cabeça ficar tentando atualizar aquilo… então quem quiser ver minhas fotos acesse – www.flickr.com/photos/amf. É um sistema legal porque posso usar as fotos de lá aqui no meu blog.

    Bom, é isso por hoje. Está chovendo, e desde ontem a temperatura baixou de 25 pra 21 graus… é bom que vou poder tirar os casacos do armário. Essa semana vamos correr atras dos eletrodomésticos pra cozinha – geladeira, microondas e fogão. E logo vamos comprar uma máquina de lavar.

    Ouvindo Milkman – Aphex Twin.