Minha

Eu quero você minha. Mansa. Pacata e submissa. Para eu mergulhar lentamente e buscar a tempestade que te habita. Quero seu ritmo, seu cheiro e seu gosto. Quero penetrar em seus olhos cerrados de loucura. Te mostrar novos caminhos que só minha poderá ver. Desejo sua carne, sua vontade e seu ser. Quero você como nenhum outro há de ter. Derramando e transbordando sua essência. Me inundando de luxúria sem pudor. Minha. Por dentro e por fora. Sempre e agora.

Você mora no travesseiro ao lado e abrir os olhos toda manhã é me despedir.

10 Comments »

  1. lalai said,

    February 20, 2008 @ 16:07

    uau, que delícia!!! quero que alguém em escreva algo assim….

  2. Tati said,

    February 20, 2008 @ 16:29

    Bem profundo esse post de hoje hein? Daneido!

  3. Gabibis said,

    February 20, 2008 @ 16:39

    Decreto que passe mais tempo de olhos fechados.

  4. Karla said,

    February 20, 2008 @ 17:49

    olha o marketing pessoal, ehin?

  5. Pâ said,

    February 20, 2008 @ 22:45

    Degustei cada vírgula desse delicioso poema.

  6. Luly said,

    February 22, 2008 @ 00:00

    Depois desta… mulheres morariam no travesseiro!
    Lindo lindo!

  7. Fernanda said,

    March 4, 2008 @ 15:09

    Gostei dos seus textos!!! Voltarei mais aqui.

  8. MaWá said,

    May 14, 2008 @ 15:17

    Bonito isso. Transbordar essência é difícil que só, mas na hora que rola, é lindíssimo.

  9. Ceci.Lia said,

    May 21, 2008 @ 13:43

    WOW.

    Ahm, me deu um calor, agora, deixa eu pegar o telefone….

  10. yara b . said,

    June 24, 2008 @ 00:20

    depois dessa, eu moraria nesse travesseiro.
    - feliz daquela que mora.

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