Procurando um lugar pra comprar camisetas com estampas divertidas a um bom custo? Threadless é a resposta. Já fiz quatro compras e apesar das duas últimas terem sido tarifadas ainda vale muito a pena. E dificilmente você vai encontrar alguém com uma camiseta igual por aí.
A dica é: se cadastre no site e espere as promoções de todas as camisetas por U$ 10.00, assim você consegue o melhor custo-benefício. Lembre-se que você vai precisar de um cartão de crédito internacional e demora em média um mês para chegarem. As camisetas são muito boas e tenho até hoje muitas das que comprei em 2005 – e não economizo camiseta.
Não tenha medo da tarifação. Na minha última compra cada camiseta saiu por U$ 11.00 + o imposto de 60% = U$ 17.60 que dá R$ 35,20 se você considerar um dólar a R$ 2,00. BEM mais barato que as concorrente nacionais, com a Camiseteria por exemeplo – onde casa peça não sai por menos de R$ 50,00 e não tem a mesma exclusividade da Threadless. =]
Após quase um ano de pesquisa e indecisão, achei um bom custo-benefício no eBay. Esse é minha terceira armação. A primeira verde, a segunda azul e esta tortoise.
A idéia inicial surgiu com referência nos óculos do Johhny Depp. Eu queria sair do modelo quadrado, que foram inspiração para os dois últimos que usei.
Procurando na web descobri que o modelo que ele usa se chama Lemtosh da marca Moscot, uma marca americana e que custa U$ 229.00 (sem o frete), o que me desanimou um pouco ($$$).
Pesquisando mais encontrei uma outra marca com armação “equivalente”, mas que ainda ficava fora do meu orçamento U$ 95.00. No site da Warby Barker o modelo Fillmore, mas que não tinha a versão tortoise como eu gostaria.
Descobri então que existe um modelo clássico que também é igual ao Lemtosh da Moscot. Ele é o Tart Arnel e me deixou mais animado ainda com o modelo porque além do Johnny Depp vi que o James Dean também usava ele. Foi quando tive a brilhante idéia de procurar no eBay e achei uma réplica por U$ 49.99 #Win! Logo fiz o pedido e em menos de um mês chegou hoje a armação.
Ainda está sem a lente com grau, mas já dá pra ter idéia de como fica meu novo visual. =]
Encontrei um post interessante (em inglês) que mostra as diferenças entre o Lemtosh Moscot e o Tart Arnel.
Com o lançamento da Nikon 70-200mm f/2.8 VR II vou ficar de olho nas vendas porque logo aparece fotógrafo fazendo upgrade e eu compro uma em bom estado por um bom preço. Ela faz parte das três lentes que cobrem todo o range que preciso.
Feitas de Grivory™ – uma mistura de fibra de vidro e plástico reforçado – têm a aparência de uma faca de treino, mas não são brincadeira. Além de não serem problema em detectores de metal e serem perfeitas para um treino avançado de Systema.
Já fora de linha, vou ter de comprar um usado se achar em boas condições e do modelo que eu quero. Fiz uma busca agora no Mercado Livre e só encontrei o modelo Ruby, no Ebay tem um único Leather por U$200.00 – esse vai esperar mais…
No Mac, você o Home e o End te levam para o início e fim do documento, mas não alteram a posição do cursor. Por enquanto é isso, logo atualizo com mais coisas. =]
São raros os blogs que citam alguma referência em seus posts. O ambiente é bem mais informal do que em publicações impressas, mas isso não significa que não há necessidade de citar suas fontes. Será que é por rivalidade ou insegurança em mostrar que o post não é “todo original”? Afinal, o que é original hoje em dia? Muitas vezes ao escrevermos precisamos de muitas referências; é como na criação de um artigo. Você continua uma linha de raciocínio e desenvolve o seu em cima disso. Ou realmente é mais fácil simplismente copiar e colar?
Bom crianças, depois de três anos jogando World of Warcraft hoje resolvi que está na hora de para. Foram ao todo 2.443 horas e 29 minutos de gameplay, ou seja, mais de três meses ininterruptos de minha vida dedicados a este jogo. Me diverti muito com meus amigos e fiz muito novos também, só que a Blizzard andou mudando muita coisa durantes estes últimos patches e eu mesmo não venho me dedicando tanto ao jogo como gostaria – se isso for possível de se imaginar.
Alguns números:
Jogava desde 13 de março de 2006;
Gastei ao todo U$ 298.8 dólares com a mensalidade;
Se tivesse fazendo freela com um valor hora de R$ 50,00 (que é abaixo do meu valor hora pra freela) teria recebido um total de R$ 122.175,00 por todas as horas jogadas.
Como já disse por aqui, estou praticando Systema desde fevereiro e a cada treino aprendo muita coisa nova e muito útil para o meu dia-a-dia. E quem só ve vídeos na internet e não tem a chance de participar de uma aula não tem muita do noção de como Systema é extremamente simple, mas profundo ao mesmo tempo. Os três pilares da nossa escola são: respiração, relaxamento e strike.
Com a respiração e o relaxamento promovemos o auto conhecimento e a consciência corporal profundos. Você aprende, através de exercícios básicos de flexões de braço e pernas (agachamento), a como relaxar durante a tensão e como trabalhar em uma situação de estresse. Essa minha descrição é muito simplificada, mas eu tento dar uma visão diferente do que vemos nos vídeos, que a princípio é uma arte marcial violenta e de pessoas que “gostam de se socar pela diversão de bater no outro” – já ouvi isso. O Systema é uma arte marcial que integra diversos pontos de vista em um combate e visa te preparar para situação de perigo.
Hoje tive a alegria de fazer parte da turma do primeiro módulo de treinamento funcional do Arte da Força. Este módulo trata do treinamento com Kettlebell voltado para o treinamento funcional. O Kettlebell (ou Gyria, nome original russo) é uma bola de ferro com uma alça e é usado desde antes de 1700 na Rússia. Ele era usado como peso em balanças e ao final do dia os homens usavam para fazer exercícios e exibirem sua força.
O curso é incrível e o treinamento com KettleBell tem muito dos princípios de respiração e relaxamento que trabalhamos no Systema. Além de ter o foco na conciência corporal. A todo momento temos de observar como nosso corpo está, nossa postura, alinhamento e tensão para a realização dos seis exercícios básicos. Recomendo muito o curso para qualquer pessoa que queira um treinamento integral, onde você não foca em um único grupo muscular. Os exercícios trabalham toda a musculatura do corpo e ao mesmo tempo te permitem melhorar elasticidade e postura. Como ouvi por lá: “Kettlebell é pilates, só que com rock’n'roll tocando ao invés de música de pilates.”
Essas são duas pérolas que entraram na minha vida este ano e pretendo nunca mais deixar de praticar. Como o Nelson fala: “Systema, depois que você bebe dessa água, nunca mais você deixa de lado.”
Este vídeo mostra o instrutor Thiago Passos executando a série de exercícios que todo aluno que faz o módulo 1 deve gravar e mandar para concluir a certificação ADF.
Já havia ouvido falar de systema pelo Igor a alguns anos. Ele treinou um bom tempo com o Kevin Secours em Motreal e já havia procurado treinos em São Paulo, mas só achou o Nelson Wagner em santos.
Em janeiro ele me avisou que iria ter uma aula aberta em uma academia na Augusta e logo fui ver de perto essa arte marcial que já a algum tempo namorava só por vídeos e textos. No dia 12/02 fiz a aula experimental e gostei muito. O professor Nelson, em parceria com o dojo Aikido Nova Era, montou uma turma de systema às quintas-feiras das 21h00 às 22h00.
Sábado, dia 28/02, das 13h00 às 18h00 vai acontecer um seminário de systema no mesmo local. Recomendo muito para quem ainda não conhece e para quem tem curiosidade em conhecer. O valor é R$ 100,00 com desconto de 30% para alunos.
Seminário de Systema Dia 28/02 (sábado) Horário das 13h às 18h Local Aikido Nova Era – Rua Augusta, 2233 – Jardins – São Paulo/SP. Tel 11 3068.9813 Valor R$ 100,00 (desconto de 30% para alunos)
Para saber mais sobre systema recomendo uma visita à página do Nelson – www.artemarcialrussa.com.br. E seguem alguns vídeos -
Sexta-feira eu subia a rua Pamplona apressado para não perder meu ônibus para minas. Estava perdidos em meio a planos e saudades, quando na esquina quase com a avenida Paulista eu vejo um senhor gordo com sua bengala descendo a rua. Ao se aproximar ele me abordou de forma cordial e de bom humor – “Boa noite, não se preocupe não sou ladrão, até porque gordo desse jeito eu seria um fracasso.” – disse ele tirando seu boné a me cumprimentar batucando em um caderno preto de capa dura e continuou sua história:
“Sou professor de percussão e vim para São Paulo fazer prova em uma faculdade, só que no metrô me fizeram esta surpresa” – e puxando sua mochila preta e verde mostrou um corte no bolso lateral do lado direito – “e roubaram todo o dinheiro que eu tinha”. Fiquei imaginando o pobre professor em um vagão cheio, apertado feito sardinha em lata, e algum aproveitador fez o serviço, deixando-o sem outra opção para voltar para casa que não pedir ajuda na rua. Ele continuou seu discurso:
“Já fui na delegacia fazer ocorrência, estão apurando o caso, mas até agora não sei como vou conseguir voltar para a minha cidade. Por isso estou nessa situação e estou sendo obrigado a pedir ajuda para comprar a passagem.”
Peguei no bolso uma nota de dois reais, entreguei em sua mão e disse: “Gostaria de parabenizá-lo pela ótima atuação. Confesso que na primeira vez que me contou sua história, a alguns meses lá na rua da Consolação, fiquei sensibilizado e saquei dez reais para te ajudar a voltar para casa. Hoje te dou menos e espero que você não tenha a má sorte de contar novamente a mesma lorota para a mesma pessoa. Passar bem.” – e fui-me embora subindo apressado a Pamplona. Já era quase 11h00 e meu ônibus saía dali a 40 minutos.
E ele ficou desconsertado, sem graça, talvez muito puto e continuou sua caminhada Pamplona a baixo.